Operação Alcateia investiga desvio de R$ 1 bilhão em Niterói, no RJ

Auditores da Receita Federal podem estar envolvidos no caso. Mais de 60 mandados judiciais foram cumpridos nesta terça-feira (25).

A Polícia Federal, com apoio da Receita Federal, cumpriu 64 mandados judiciais nesta terça-feira (25) em Niterói, Região Metropolitana do Rio. As buscas fazem parte da Operação Alcateia, que identificou a participação de auditores da Receita Federal em ações criminosas. Eles são suspeitos de desviar mais de R$ 1 bilhão dos cofres públicos.

O grupo diminuia impostos federais de empresas particulares onde eram auditores fiscais. De acordo com a Polícia Federal, 29 mandados de busca e apreensão e 35 de condução coercitiva foram cumpridos. Os envolvidos foram encaminhados para prestar depoimentos sobre o caso. A operação é resultado de dois anos de investigações da Delegacia de Polícia Federal de Niterói.

Os suspeitos vão responder pelos crimes de patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração fazendária. As penas podem chegar a 12 anos de reclusão em alguns casos. Mais de 240 policiais e 60 viaturas, além do apoio de 54 servidores da Receita Federal do Brasil, foram mobilizados para a ação nesta terça-feira (25).

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Ação da PF prende auditores suspeitos de desviar R$ 1 bi



Policiais federais realizam operação nesta terça-feira contra um grupo de auditores da Receita Federal suspeito de desviar mais de 1 bilhão de reais de dinheiro público. Foram cumpridos 29 mandados de busca e apreensão e 35 de condução coercitiva à delegacia de funcionários públicos, contadores e empresários. O grupo de auditores, de acordo com a Polícia Federal, "patrocinava interesses de particulares ao diminuir impostos federais devidos".

Participam da ação 248 policiais federais com o apoio de 54 servidores da Receita Federal. Os mandados, expedidos pela 2ª Vara Criminal Federal de Niterói, foram cumpridos em empresas e nas casas dos auditores fiscais investigados. Eles eram sócios das companhias, informou a PF. A operação também cumpriu mandados de buscas nas delegacias da Receita em Niterói e no Rio.

Os conduzidos estão prestando depoimento e devem responder pelos crimes de "patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração fazendária, valendo-se da qualidade de funcionário público, apresentando tais condutas reiteradamente", com penas que podem chegar a 12 anos de prisão. A ação, comandada pela PF de Niterói, recebeu o nome de Operação Alcateia Fluminense.


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