Protesto contra embargos infringentes leva apenas 23 pessoas ao centro do RJ

*Este é o nível atual e lamentável de consciência de 99% da população brasileira. Na verdade, a maioria só quer mesmo é levar tudo na flauta. Os adjetivos que os denigrem são muitos, mas por hora lhes deixo apenas dois, são individualistas e oportunistas, só pensam em si mesmos diante de uma situação vergonhosa porque passa todo o país. Exigir só não basta mais atualmente, para consertar os estragos propositais nas mentalidades, devido aos últimos 28 anos de comprovada corrupção, só mesmo com extremada imposição. Senão vejamos a última calamidade à brasileira:
 
A fim de pressionar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello a votar contra os embargos infringentes, recurso que pode levar a um novo julgamento do mensalão, um grupo de 23 manifestantes fez um protesto no centro do Rio de Janeiro na tarde desta terça-feira.
 
A falta de quórum, no entanto, não desanimou os manifestantes. Depois de caminhar pela calçada da avenida Rio Branco gritando palavras de ordem contra a corrupção, eles se dirigiram à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), onde terminava um ato dos professores da rede estadual e municipal.
 
Ao começar a abrir faixas contra a corrupção e fazer fotos junto ao acampamento dos professores estaduais, em greve desde o dia 8 de agosto, o grupo foi reconhecido e expulso do local aos gritos de “fora coxinha”.
 
A principal causa do conflito foi a presença de Maycon de Freitas, um dos líderes União Contra Corrupção (UCC), grupo que prega uma intervenção militar no País como forma de acabar com a corrupção, destacado por uma entrevista da revista Veja como “a voz que emergiu das ruas”.
 
Houve um princípio de confusão, logo controlada pelos próprios manifestantes e pela polícia. “Eles são oportunistas, querem se aproveitar do nosso movimento”, explicou um dos professores.
 
Mais cedo, cerca de 1 mil professores da rede municipal fizeram uma passeata da Cinelândia à Alerj para pressionar a prefeitura a negociar com a categoria o plano de cargos e salários.
 
 


Ministro é também pressionado nas redes sociais
 
Centro das atenções na semana decisiva do julgamento dos recursos do mensalão, o ministro Celso de Mello vem enfrentando pressões nas redes sociais para que negue o cabimento dos embargos infringentes dos réus. Mais antigo membro do STF, o ministro dará nesta quarta-feira o voto decisivo para desempatar o placar, que pode resultar na reabertura do julgamento para pelo menos 11 réus.
 
Leia na íntegra em Terra Notícias
 
*Muito embora eu tenha plena convicção de pouquíssimos o farão!!!

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