Nós, 'cidadãos brasileiros comuns', acabamos de ser condenados pelo Supremo Tribunal brasileiro

 
 
O Brasil, e sempre acima deste, o povo brasileiro, de forma triste e lamentável, e por decisão do seu contraditório e conflitante Tribunal Superior, acaba de ser condenado à subordinação e prostração ao comprovado banditismo.

Tal fato se deve a confirmação de incompetência e incapacidade dos magistrados deste Tribunal de julgar o que a enorme maioria do povo brasileiro comum já julgou, e tais bandidos já condenados, ‘ainda’ saem livres, por muito ainda, por mais dois anos se tivermos muita sorte. E assim permanecerão tão somente porque seis votos contrários às vontades populares, e logicamente, favoráveis aos seus graves crimes, vastamente comprovados em infindáveis laudas constantes dos autos dos processos, venceram os cinco votos daqueles que ‘supostamente’ afirmaram ouvir os clamores das ruas.

Estes seis votos a cinco conflitaram a causa e ‘deveria’ entender-se que estes indicados ao Supremo Tribunal nos passaram a sua incapacidade de suplantar seus conflitos e de julgar a causa com a razão. Deveriam humildemente reconhecer a sua incapacidade e considerar a vontade popular, permitindo aos já condenados, que assim preferissem, a recorrer em tribunal de instância posterior, internacional, que queremos crer, daí sim, isento de qualquer mazela brasileira. No entanto, sua prepotência e arrogância, comum a todos os membros do judiciário brasileiro, preferiram penalizar ainda mais a nós, humildes cidadãos, afirmando que para eles não basta tão somente que milhões de irmãos já tenham morrido devido à corrupção praticada com os desvios das verbas públicas. A maior de todas as provas disso é que julgam corruptos como criminosos comuns, atribuindo-lhes penalidades e multas pífias. Com bem já ouvi dizer, um bandido pode assassinar 10, 20, 30, mas estes ceifaram as vidas de milhões pela sua corrupção que proporcionou a falta de atendimento nas filas dos sofríveis hospitais públicos, entre outras causas.     

Se tal conflito entre os magistrados comprovou-se, não há como estes ‘rejulgarem’ o já julgado por eles. Ainda mais, a de se temer pelo que virá pela frente, pois tal conflito pode persistir, ou não. Pode-se inclusive, ocorrer trocas destes ‘membros indicados’ neste período, o que por si só já é lamentável, pois coloca em cima de cada um deles a maldição da dúvida quanto aos seus reais propósitos de ali estar. Podem também, os já condenados, serem vergonhosamente absolvidos.

As leis jamais devem se sobrepor a razão e é a isto que deve valer-se um juiz em momentos de conflitos. Estando mais do que comprovado nos autos que ocorreram os crimes, como podem estes magistrados manchar os seus princípios fundamentais e desacatar as ordens acobertadas de verdades da maioria dos cidadãos brasileiros que nada mais pediram que justiça, simples, coerente, eficiente e honesta.

Estas leis arcaicas e ultrapassadas, de um país que não cabe mais, agora abriram portas para recursos de variadas tipificações do banditismo, enlameando o que já está e proporcionando protelações ainda mais exaustivas. Estes bandidos já condenados aguardarão em liberdade, rindo em nossas caras e vivendo às nossas custas.

Diante da minha indignação, que deve ser igual à daqueles ‘mais ou menos vinte’ que tentaram protestar em Brasília, só me cabe aqui te fazer uma única pergunta: e se fosse com você, ‘cidadão brasileiro comum’?

EU, CIDADÃO BRASILEIRO, MAIS UMA VEZ, FUI JULGADO COMO INCULTO E CONDENADO PELO ‘INDICADO’ SUPREMO TRIBUNAL BRASILEIRO, DO QUAL ME FORÇAM A SINTIR EXTREMADA VERGONHA!

Marcos Borkowski
“Um cidadão brasileiro comum”

*Não pode haver pior desgraça para um país do que o silencio dos seus bons filhos!

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