NO PARANÁ A CORRUPÇÃO CORRE SOLTA, 'UM MAR DE LAMA"

e não é de hoje...


Polícia Civil do Paraná afasta três delegados e
 16 investigadores por suspeita de corrupção

 
O delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Riad Braga Farhat, confirmou, nesta terça-feira (20), o afastamento temporário de três delegados e de 16 investigadores denunciados por suspeita de corrupção na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, em Curitiba. Um quarto delegado supostamente envolvido já havia sido afastado. O Departamento da Polícia Civil informou que com o afastamento dos delegados Marco Antonio de Góes Alves, Anderson Franco e Gérson Machado, todos denunciados à Justiça pelo Ministério Público como reflexo da Operação Vortex, já foram escolhidos novos delegados para ocupar as funções operacionais que os afastados ocupavam.
 
Leia na Íntegra: Portal R7
                                  Paraná online 
 
PF cumpre mandado na casa de secretário da CGU
 em operação sobre desvio de verbas
  
A Polícia Federal prendeu 18 pessoas suspeitas de participação num esquema de desvio R$ 6,6 milhões do setor de ensino à distância do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Paraná (IFPR), resultado da Operação Sinapse, deflagrada nesta quinta-feira. A PF cumpriu mandado de busca e apreensão na casa do secretário de Prevenção da Corrupção da Controladoria Geral da União (CGU), Sérgio Nogueira Seabra, suspeito de vazamento de informações privilegiadas aos investigados presos. Cerca de 200 policiais da PF participam da operação, em Curitiba e Cascavel, no oeste do Paraná, e em São Carlos e Sorocaba, em São Paulo. Segundo a PF, o grupo, investigado desde o ano passado, atuava por meio de termos de parcerias entre o IFPR e duas Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs). Eles também são suspeitos de superfaturar projetos para cursos à distância e de aprovar, de maneira fraudulenta, integrantes da quadrilha em concursos públicos. A investigação aponta ainda que a quadrilha falsificava contratos e prestações de contas, e pagava propina a funcionários da autarquia federal e integrantes das OSCIPs. Além dos 18 mandatos de prisão, a operação Sinapse está cumprindo 43 mandatos de busca e apreensão. foram aprendidos documentos, computadores e 24 carros, entre os quais, veículos de luxo, em valores estimados de R$ 720 mil.
 
Venda de Sentenças - CNJ diz que o Tribunal de Justiça precisa trabalhar mais
 

O Tribunal de Justiça do Paraná trabalha pouco e trabalha mal, essa é a avaliação de Conselho Nacional de Justiça que terminou hoje uma fiscalização aqui no Estado. O número de processos julgados está muito abaixo da média de outros estados. O CNJ também cobrou transparência sobre o que acontece no Tribunal. Concluiu mais uma auditoria no Tribunal de Justiça do Paraná e atribui até uma nota: 5,0. É um descompasso entre o que o Tribunal deveria fazer e o que está fazendo. As críticas não param por aí. O  Conselho questiona a produtividade do TJ. Um levantamento revela que cada desembargador do Paraná julga 626 processos por ano, a média nacional é quase o dobro, 1200. O CNJ também desaconselhou a criação de 25 vagas para novos desembargadores, apontou o baixo número de juízes de primeira instância e criticou a resistência do TJ em divulgar os salários dos servidores.  Confirmou ainda que apura denúncias de tráfico de influência e de venda de sentenças que envolveriam o atual presidente do Tribunal, desembargador Clayton Camargo. De acordo com as denúncias publicadas pela Gazeta do Povo, antes de assumir a presidência, quando ainda fazia parte da 12ª Câmara Civel do TJ, Clayton Camargo teria recebido dinheiro para beneficiar uma das partes em um processo. “A ação da Comissão será rigorosíssima e vamos agir com mão-de-ferro, doa a quem doer. Chegamos a um ponto no Brasil que a sociedade não admite mais corrupção!”
 
 
E acha que acabou? Claro que não, o espaço é que é curto! Mas vamos a mais uma entre outras centenas, talvez milhares que ainda se encontram às escuras, muito longe do conhecimento público, desse Estado pacato e silencioso do Brasil!
 
Acusado de desviar dinheiro público é nomeado
 secretário estadual no PR
 
Nomeação foi feita pelo Governador Beto Richa (PSDB). Ezequias Moreira ganhou direito de responder processo em foro privilegiado.

O homem nomeado para ser secretário Especial de Cerimonial e Relações Internacionais do Governo do Paraná, Ezequias Moreira, é acusado pelo Ministério Público (PM) de desviar dinheiro público. Ele foi alvo de uma investigação do MP por receber durante 11 anos o salário da sogra, a quem ele nomeou um cargo na Assembleia Legislativa. A nomeação de Moreira para o novo cargo foi feita pelo governador Beto Richa (PSDB) na quarta-feira (19). Em 2008, Moreira reconheceu a irregularidade e decidiu devolver R$ 540 mil aos cofres públicos, mas foi condenado por improbidade administrativa. Ele ainda responde por peculato, quando se trata de crime cometido por funcionário público. A sogra de Moreira admitiu nunca ter trabalhado no legislativo, de acordo com os promotores.

Na terça-feira (25), o advogado de Moreira, Marluns Arns, entrou com um pedido formal para que o cliente tenha foro privilegiado e seja julgado pelo Tribunal de Justiça. Segundo o advogado, Moreira passou a ter esse direito justamente ao ser nomeado secretário especial pelo governador. Moreira foi chefe de gabinete quando Richa era deputado e, também, foi assessor do atual governador quando ele era prefeito de Curitiba. Antes de ser nomeado secretário, Moreira ocupava um cargo na Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Em nota, o governo do estado informou que não existe qualquer restrição legal que impeça a nomeação de Ezequias Moreira para o cargo de secretário.

Leia na ìntegra: Gazeta do Povo
                         Vídeo: Paraná TV – 2ª Edição – Curitiba

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