Deputado ameaçado por denunciar fraudes nas urnas eletrônicas brasileiras

Na avaliação de Fernando Chiarelli (PDT-SP), o sistema eleitoral brasileiro é uma fraude. O parlamentar denunciou que a urna eletrônica é pré-programada com o nome dos ganhadores. Chiarelli enfatizou que o uso da urna eletrônica nas eleições é inconstitucional em vários países. Ele disse ainda que foi ameaçado por denunciar fraudes nas urnas, mas que vai provar que o sistema eleitoral brasileiro é uma farsa.

 
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* Gostaríamos de contar com a sua divulgação sobre este tema, afinal somos todos igualmente cidadãos e precisamos que as nossas eleições sejam confiáveis e não manipuladas pelo sistema. 

 

2 comentários:

Aparício Fernando disse...

Em Saquarema-RJ aconteceu um fato muito estranho. Antes das eleições era só andar pelas ruas e perguntar em quem o eleitor iria votar que a resposta era unânime: Pedro Ricardo, candidato da oposição. Pois bem, o rapaz perdeu em todas, eu disse todas as 173 urnas da cidade. Perdeu e perdeu de muito. O mais estranho é que hoje, um mês após as eleições, você vai às ruas e os eleitores continuam unânimes em dizer que votaram em Pedro Ricardo. Seria muito mais cômodo pro eleitor dizer que votou na candidata vitoriosa. Mas não, o eleitor bate o pé afirmando que votou no outro. Curiosamente, é difícil encontrar alguém que confirme que votou na candidata vencedora, que coincidentemente é a esposa do deputado estadual Paulo Melo, presidente da ALERJ. Existem vários relatos da internet e inclusive vídeos no YOUTUBE atestando a vulnerabilidade das urnas eleitorais. Está lá pra quem quiser assistir. O fato é que esse triunvirato: Cabral, Zveiter e Paulo Melo atenta contra a democracia. Todos os poderes encontram-se de um lado só da balança, prejudicando a alternância do poder, principal filosofia da democracia. O fato é que não adianta espernear, pois o TSE, por mais que existam evidências que comprovem, jamais irá admitir fraudes em suas 'caixas pretas'. O ideal seria que a urna eletrônica emitisse, também, um cupom onde mostrasse em quem o eleitor votou. E que esse cupom fosse colocado numa urna tradicional ao lado dos mesários, para fins de comprovação posterior. Uma coisa é certa: nenhum outro país no mundo, depois de examinar, quis comprar nosso ‘avançadíssimo, rápido e moderno' método de escrutínio, nem o Paraguai.

Marcos Borkowski disse...

E pode ter total certeza, 'onde há fumaça, há fogo!'