Capital Inicial no Rock in Rio - Dinho Ouro Preto dedica música a Sarney e a platéia responde...

O Capital Inicial foi a terceira banda a se apresentar neste sábado (24) no Rock in Rio. A banda de Brasília subiu ao palco às 22h05, com cerca de 25 minutos de atraso em relação à programação original, mas não decepcionou.


Dinho, que se apresentou com o Capital Inicial na edição de 1991 se mostrou empolgado em voltar ao Rock in Rio. Após tocarem "Independência", ele saudou o público: "É a terceira vez que a gente toca neste festival e eu ainda não me acostumei. Meu coração deve estar a 220 km/h", disse, emocionado. O vocalista fez críticas diretas a política e políticos, em especial José Sarney que usa do poder para censurar jornais, como o Estadão, censurado há dois anos. "Essa aqui é para as grandes oligarquias que parecem ainda governar, que conseguem manter os jornais censurados, coisas inacreditáveis (…) Essa aqui é especialmente para o José Sarney", disse Dinho, e cantou "Que País é Esse?" regendo um coro entoado por cerca de 100 mil vozes que respondia "É A P.... DO BRASIL!" e que complementava a execução com a resposta "EI SARNEY! VAI TOMAR NO...!" para o mundo inteiro ouvir!








Dinho Ouro Preto foi responsável por alguns discursos contundentes em algumas apresentações, principalmente em defesa do Voto Nulo.

2 comentários:

Marcos Borkowski disse...

Realmente, é dígna de aplauso a atitude dos artistas e não é de hoje que citamos o Capital Incial em nossas postagens, entre outros como Plebe Rude e Rita Lee, que em uma atitude corajosa e de grande patriotismo tentam abrir as consciências, o problema é da parte do povo que na hora fazem todo um espetáculo circense, mas no dia seguinte retornam a sua vida e atitudes insignificantes e pouco críticas. Alguém acredita que o Sarney, sua família corrupta e os ladrões de Brasilia se importam com estes gritinhos abestalhados do Rock in Rio? Se acredita é bom acordar, pois são estes mesmo que recolocarão os bandidos no poder para que ele continuem a pintar e a bordar com as fontes públicas.

Marcos Borkowski disse...

Parecem mais um bando de cachorros vira-latas que latem por detrás do portão. Será este o povo da abstenção?