LOBBIES E CONSULTORIAS NO PODER PÚBLICO, CANALHAS ESCLARECIDOS A SERVIÇO DA CORRUPÇÃO E DO ILÍCITO TRÁFICO DE INFLUÊNCIA




Por Geraldo Almendra

As denúncias sobre o crescimento exponencial do patrimônio do ministro Palocci trouxeram para as manchetes fatos que definem, como poucos, os estragos que a Fraude da Abertura Democrática tem feito no país e na compulsória moralidade que as relações públicas e privadas entre pessoas e empresas deveriam ter como padrão de relacionamento ou comportamento.

Depois de mais esse inaceitável escândalo envolvendo um servidor público de primeiro escalão, o ministro pode se tornar apenas mais um boi-de-piranha da gang dos quarenta e um, para evitar que a sociedade perceba quem são as cabeças “pensantes” que transformaram, durante mais de dez anos, o poder público em um Covil de Bandidos.

A base da pirâmide da patifaria está cada vez mais assentada em cartas frágeis ou difíceis de proteger, aumentando o risco de desmoronamento da estrutura da corrupção e da prevaricação no país. A regra de que “se uma das cabeças meliantes cair, o resto ou a maior parte da corja também cairá junto”, une cada vez mais os integrantes do topo do organograma do crime comandado de dentro do poder público.

O que mudou antes e depois da tomada do poder pelo PT? – Apenas a qualificação de mais de 70% da sociedade como idiotas e imbecis da mais sórdida corja da política prostituída do mundo ocidental. Esses canalhas impuseram ao país uma criminosa falência educacional e cultural que acaba de validar a ignorância como norma culta pela permissividade de um ministro da educação, no mínimo, absurdamente incompetente.

Antes do PT o roubo do contribuinte já era uma prática mais ou menos camuflada, “descoberta” pelo Lula, que chamou mais de 300 deputados de picaretas.

Com a tomada do poder pelo PT a mesma picaretagem denunciada pelo mais sórdido político de nossa história, perdeu totalmente a vergonha com a transformação do poder de justiça e do poder de polícia em lacaios dos maiores responsáveis pela transformação do país em um Paraíso de Patifes.

Os Poderes da República estão apodrecendo e o Congresso Nacional se apresenta, pela omissão e cumplicidade com a degeneração moral do país, como uma extensão do Covil de Bandidos que não serve à sociedade que o sustenta, mas tão somente para transformar a política em uma profissão rigorosamente ilícita.

No Brasil o Parlamento não serve à sociedade mas, principalmente, a burguesia pública e privada que surgiu dos porões do navio do Regime Militar como ratos que estavam escondidos e do submundo comuno sindical.

Com a Fraude da Abertura Democrática, os submundos, que vivem da transgressão da ordem, da moralidade, das leis e dos costumes, passaram a existir em todas as instituições, sejam públicas ou privadas, com milhares de esclarecidos canalhas de todas as classes fazendo fila para pegar uma boquinha na bandalheira geral que toma conta do país, ou para receberem uma “carteirinha” de sócio do Clube da Escória da Burguesia Pública e Privada fundada pelo PT.

Essa covardia com a sociedade que vive no abandono dos serviços públicos, ou de ausência de oportunidades de estudo e trabalho digno chegou, nos desgovernos petistas, a um nível de multiplicação que o dinheiro subtraído dos contribuintes para pagar as contas das sacanagens da corrupção e da prevaricação, em parceria com os lobbies e as consultorias, começa a se tornar escasso, pois a quantidade de meliantes que aparecem em decorrência da impunidade é um incentivo à degeneração moral reinante no país, que transforma a ilicitude em um valor fundamental para sobreviver nesses tempos de petismo de ausência de uma Justiça digna desse nome.

As marcas das canalhices estão explicitadas nas faces desses desgraçados - executivos públicos e privados -, que enriquecem do dia para a noite, não somente pelo exercício de uma dualidade competência-honestidade superior e empreendedora, mas muito mais pelo livre exercício da prática do ilícito como forma de enriquecimento preferencial.

Enquanto assistem esse genocídio moral, milhares de cidadãos não têm, pelo menos, o direito de lutar em igualdade de condições de mérito, por educação e cultura, para buscar crescimento pessoal e profissional desvinculados da ostensiva prática da corrupção e do absurdo suborno assistencialista que virou o maior instrumento de compra de votos que nossa história já conheceu.

Os lobbies e consultorias “especializadas” em favorecimentos ilícitos e trafico de influências, atividades criminosas que no Brasil já viraram profissões protegidas pelo relativismo corporativista sórdido de um poder público degenerado, e da omissão ou cumplicidade de nossa falida Justiça, em outros países, com governos que cumprem com mais rigor seus papéis de servidores dos cidadãos que os sustentam, estão sujeitas a duras penalidades no caso de transgressão às regras claramente definidas para que as relações públicas e privadas fiquem o mais distante possível, da fronteira de um apodrecimento moral sem limites.

No Brasil - desde que o poder foi devolvido aos civis esclarecidos canalhas por ordem e graça de uma Fraude de Abertura Democrática – lobbies e consultorias, com rigorosas e cada vez menores exceções, são, na prática, torpes e fraudulentos instrumentos de enriquecimento ilícito para a multiplicação exponencial de patrimônios de gente absolutamente calhorda.

Diante de tanta patifaria denunciada, envolvendo o poder público e suas ligações criminosas contra a sociedade, sem consequências legais, ou de movimentos sociais contra o crime organizado dentro do poder público, realmente, cada vez mais, o Brasil é qualificado como um Paraíso de Patifes governado por um Covil de Bandidos, controlado por lobistas, consultores, corruptos e corporativistas sórdidos.

Nesse momento em que são visíveis os sinais de irritação da sociedade com o ilimitado roubo dos contribuintes, que já começam a recuperar suas consciências críticas que têm sido destruídas pelo projeto assistencialista de poder perpétuo de um patife da política, cujo instrumento tem sido o suborno moral e financeiro quase geral e irrestrito, o PT deve parar e pensar se deseja ser qualificado e registrado na história como o partido político mais calhorda ou picareta da civilização ocidental.

Aqueles poucos petistas, que ainda preservam um mínimo de dignidade, de honra e de princípios de respeito aos mais elementares direitos dos contribuintes, que sustentam essa máquina corrupta e degenerada chamada de poder público, devem tomar uma decisão: sair do PT para não serem mais confundidos com criminosos, ou lutar para mudar a cara nojenta com que esse partido degenerado pela gang dos quarenta e um se apresenta para a sociedade.

O discurso mentiroso do PT em relação à democracia, aos olhos de todos os cidadãos, já mostrou seu verdadeiro sentido ou objetivo: construir a mais sórdida burguesia pública e privada de nossa história que está fazendo o país ser um Paraíso de Patifes governado por um Covil de Bandidos durante os próximos cinquenta anos.

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